Coexistimos de Inês Campos no Festival Cumplicidades | Reportagem Fotográfica

Foram sete dias, sete espaços, sete espetáculos. Termina hoje a 3ª. edição do Cumplicidades, um festival dedicado à dança contemporânea centrado nos princípios da reinvenção e da diversidade. Com uma dupla de programadores diferente a cada edição, o festival destaca-se pelo facto de ver sempre renovada a sua linha programática e ainda por ser parceiro de espaços de acolhimento que vão desde salas de espetáculos tradicionais a espaços alternativos. A decorrer desde dia 10 de março, o Cumplicidades surgiu da vontade de criar pontes não só entre a dança contemporânea e os seus públicos, mas também entre estruturas, espaços, artistas, público e parceiros.

 

Coexistimos, de Inês Campos | Espaço Alkantara

Coexistimos é uma colagem de metáforas sobre o desafio de ser só um e querer ser tantos. Ser o tigre e o domador, um palhaço triste e um ataque de riso, viver vários corpos, querer ser a realidade dos seus sonhos. Como uma onda no mar, passar por estados temporários e estar inteiramente presente em cada um deles. O vaguear é um fim em si mesmo. Cheio de miosótis e a suar, a cantar e a dançar, um frenesim tão bom que parece magia. E é. Claro. Quem o diz é a coreógrafa e performer Inês Campos. também cantora e violoncelista em diversos projetos musicais, dos quais destaca ‘Sopa de Pedra’.

 

La Bohemie.

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