Rock in Rio – Cidade do Pop.

Quase a terminar a sétima edição do Rock in Rio Lisboa, a organização do maior evento de música e entretenimento do mundo confirmou que a Cidade do Rock volta a abrir portas em 2018. Os norte-americanos Maroon 5 encerraram o quarto dia do festival com um concerto de ‘hits’ pop, ao qual a chuva deu tréguas, para gáudio das 85.000 pessoas que passaram pelo Parque da Bela Vista.

 

Uma cidade dentro de outra cidade

Não só do Palco Mundo se faz um Festival. Enquanto apenas uma pequena lista de fotógrafos tem autorização para fotografá-lo, e centenas de fãs aguardam um dia inteiro ansiosos, junto às grades, para não perder o melhor lugar, toda a Cidade do Rock tem vida. É um autêntico Parque de Diversões. Onde há brindes, há filas. Onde há diversão há multidão. Todos querem descer no Slide e viver uma das melhores sensações de liberdade na cidade. Muitos desejam andar na Roda Gigante e usufruir de uma das melhores vistas do parque. Enquanto o Palco Vodafone está vazio, os stands de marcas estão cheios. Enquanto a água da piscina da Eletrónica arrefece, a arena da Yorn Bundalicious aquece. A Rock Street canta, a Street Dance dança. São 12 horas de música, dança e muita festa. Durante cinco dias é impossível não reparar no público autenticamente patrocinado. São caras pintadas de verde, são filas intermináveis para se conseguir um sofá insuflável – ele é chapéus para o sol, lenços para o frio, mochilas para os brindes, leds para iluminar os concertos. Mas há concertos? Não há dúvidas: a ativação de marcas faz o festival, é o festival. O resto é música.

Paulo Costa/ La Bohemie

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Fotos: Paulo Costa

La Bohemie.

 

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