Balada de Lisboa.

Há muito tempo que desejo escrever-te esta carta. Como se uma força oculta fosse falando cada vez mais alto dentro do meu peito, uma voz que solta um grito mudo, uma voz que ganha força e sobe até à garganta, arranhando pelo caminho, inevitável e consciente, como o curso de um rio. O nosso rio. Read More …